Publicado em 07 de abr de 2020

Eu sou uma matéria

Eu sou uma matéria. 

Tenho lead, meio e fim. As perguntas mais comuns: o quê, quem, quando, onde, como e porquê, tentei responder quando nasci. E foi nesse momento que me deram um título: Juliana Garcia. 

Como em uma grande reportagem, preciso de aprofundamento e não acho que eu tenha me conhecido o suficiente para saber essas questões. Talvez nunca saiba. Mas, como no jornalismo, vivo procurando, me denunciando, tentando decifrar enigmas. 

Sou formada por caracteres, diferentes daqueles do Word, mas dos que a vida me deu.

E o desfecho…não precisa ter, afinal está tudo nas entrelinhas do gancho que cada um designa a si.

– 𝟶𝟽.𝟶𝟺 –

Parabéns para todos aqueles que baixam a guarda e deixam a vulnerabilidade tomar conta muitas vezes. Parabéns para todos aqueles que precisam ser fortes para escutar que não são confiáveis. Parabéns para todos nós jornalistas que prestamos um papel social e não usamos para exibicionismo o título de jornalista! 

Até breve, Ju.

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Juliana Garcia

Quando paro para escrever sobre mim é sempre um desafio, porque estamos em constante mudança e nos últimos anos tenho passado por muitas. Mas certas coisas permanecem iguais, não é mesmo? Então, eis algumas verdades sobre a Juliana Garcia. Sabe aquelas crianças "sonhadoras"? Sou uma delas, tenho até uma tatuagem escrito "rêveuse" – tradução da palavra francesa -, amo pensar que o mundo um dia será bom por completo, que poderei trabalhar como apresentadora de TV, viajar ao redor do mundo sem preocupações e manter um projeto bacana com amigos ao meu lado. E não é que o Rua 6 já consegue fazer isso por mim. É uma aventura e tanto.