Publicado em 31 de jan de 2020

Enfim, janeiro se vai

Ufa, você também pensou estar preso a janeiro?

O salário acabou, a rotina está chata, o cansaço pela correria de ter que cuidar da família, trabalhar, parece pesado demais e – como não bastasse – ainda força um sorriso educado quando te perguntam “como vai?”.

Reclamei demais? 

Mas e você? Já reproduziu esse discurso no começo deste ano? Pois bem…Devemos reclamar? Podemos reclamar quando temos “tudo”? Aí é que está: o que esse “tudo” significa para cada pessoa?

Nascemos em realidades diferentes, não podemos nos cobrar a ter a vivência do outro. Claro, é nossa obrigação entendê-la, respeitá-la e ajudá-la a tornar menos desigual, mas eu desacredito que devemos apenas agradecer nossa condição por ela ser melhor comparada a de alguém.

Contudo, não esqueça: a consciência de sua condição é um ato de lucidez. Entretanto, se delimitar por ela é criar barreiras a mente humana, barrar soluções, criatividade e incentivo ao próximo.

Não estou dizendo para você sair por aí falando mal de tudo a sua volta, mas raciocinar realmente o que tem valido a pena ou não. Uma espécie de “balanço geral”, o mesmo que fazemos ao final de cada ano. E por falar nisso, você não deve ter feito um há muito tempo. 

Então acho que finalmente podemos desapegar de 2019. Pensemos assim, que janeiro fique para trás com 2019. Vamos recomeçar a partir de hoje. O ano começou agora, se apegue a isso. Bote seus planos em prática. Caso não tenha nenhum, vá em busca de sonhos, descobertas e aventuras.

Até breve, Ju.

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Juliana Garcia

"Quando paro para escrever sobre mim é sempre um desafio". Essa frase me acompanha há tempos, porém descobri com o tempo que ainda estou em busca de quem sou, me perdi, me perco no caminho da vida e estarei tentando me achar. Quem aqui estiver, espero que desfrute da jornada comigo e que em algum momento se deixe vulnerável o bastante para sentir. Afinal o sentimento é o que nos torna humanos, não?! Aquilo que vem de dentro quero abraçar, seja o detalhe da alegria, dor, faz tudo parte da caminhada que o coração, corpo e mente expõem. Se aprendi uma coisa, principalmente após meu pai ser diagnosticado com uma doença rara (ELA), é que o corpo humano é maravilhoso e conviver com ele está para lá de ser algo fácil, então seja qual for o momento da vida quero poder gritar o que penso, sem regras e pontos. Se for preciso pontos que sejam os meus. Até breve, Ju.