Publicado em 16 de fev de 2019

Show do Ed Sheeran em São Paulo, eu fui!

Que maratona para eu conseguir assistir um dos meus cantores favoritos. A última vez que Ed Sheeran veio ao Brasil com uma turnê, maio de 2017, eu estava mais dura que pedra de lagoa kkkk. Mas, graças ao estágio, dessa vez eu consegui pagar o meu precioso ingresso na cadeira nível 1.

Calma que nem tudo foi perfeito, confundi a data da compra da primeira remessa e só consegui o show extra no Allianz Parque, dia 13, pagando inteira.

Enfim, depois disso tudo, coloquei a capa de chuva na bolsa, já que esse verão brasileiro está uma loucura, e arrastei minha mãe para o show. Sim, forcei a véia a ir comigo, em minha defesa ela também adora as músicas do Ed.

Eu, mamusca e a clássica selfie pré-show da Divide Tour

Chegamos por volta das 17h, os portões abriram 16h30. Foi bem tranquilo, organizado e pudemos escolher o lugar sem confusão. Acho até que podíamos ter entrado umas 19h, daria para ficar em uma boa cadeira e ainda aproveitar a abertura do espetáculo, que ficou por conta da voz de ninguém mais, ninguém menos que Passenger.

Por mais que o nome remeta a uma banda, é apenas o artista inglês Michael que comanda todo o repertório. Ele ficou conhecido pela música Let Her Go, então foi uma baita surpresa para quem estava ali esperando por uma atração mais simples. Foi como pagar por um show e receber dois.

Pontualmente Passenger entrou as 19h45 e deixou o palco às 20h30, para que os ajustes finais para Ed fossem feitos até as 21h, quando o cantor apareceu.

A partir de então, a atmosfera do estádio foi tomada por romantismo e graça durante quase duas horas. E, na minha opinião, uma das características mais incríveis da apresentação é que o britânico montou todas as batidas e ritmos ao vivo, que eram gravados por um equipamento que manuseava com os pés: o loop station (sistema de som).

Ed, com seu jeito meigo, atraiu no primeiro dia do evento um público de 41 mil. Suas canções eram o ponto forte da noite, mas a interação que o cantor teve com a plateia não ficou para trás e teve direito a brincadeiras como: “98% das pessoas nos meus shows se envolvem, os outros 2% são os namorados e os pais que só vieram acompanhar os filhos e se recordam de como fui mal em ‘Game os Thrones'”.

Confira um teaser da experiência:

Para encerrar, posso falar com segurança que o show foi incrível! A estrutura do Allianz é ótima (e olha que não sou Palmeirense), foi tudo bem pontual e as músicas repercutiram por todo o estádio criando uma atmosfera única.

 

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Juliana Garcia

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Juliana Garcia

Quando paro para escrever sobre mim é sempre um desafio, porque estamos em constante mudança e nos últimos anos tenho passado por muitas. Mas certas coisas permanecem iguais, não é mesmo? Então, eis algumas verdades sobre a Juliana Garcia. Sabe aquelas crianças sonhadoras? Sou uma delas, tenho até uma tatuagem escrito rêveuse – tradução da palavra em francês -, amo pensar que o mundo um dia será bom por completo, que poderei trabalhar como apresentadora de TV, viajar ao redor do mundo sem preocupações e manter um projeto bacana com amigos ao meu lado. E não é que o Rua 6 já conseguiu fazer isso por mim. É uma aventura e tanto.